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Arquivo da categoria: Aborto

ONG ligada a bispos canadenses financiam aborto no Brasil

Há dois meses este blog relatou que uma ONG financiada pela Conferência dos Bispos Canadenenses financia o aborto no Peru. Agora o Life Site News descobriu que o Brasil também sofre com a ação da ONG canadense.

A “Canadian Catholica Organization of Developmente & Peace – CCODP” (Algo como Organização Católica Canadense para o Desenvolvimento e a Paz) financia, dentre outras entidades brasileiras (todas listadas em seu site) o Movimento das Mulheres Camponesas (MMC), que defende o aborto em seu site e a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE), que, em seu site, também defende o aborto, mas sob a “bonita” expressão “direitos reprodutivos”.

Enquanto isso a ONG canandense continua negando que financia entidades abortistas.

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Publicado por em 11 de agosto de 2009 em Aborto

 

Multidão ovaciona Dom José Cardoso Sobrinho

Prestes a se aposentar o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, foi ovacionado no último dia 16 de julho na festa de Nossa Senhora do Carmo, que é padroeira de Recife, como informa o Diário de Pernambuco:

Durante toda a celebração do centenário da padroeira do Recife, a multidão ovacionou dom José Cardoso Sobrinho. Muitas pessoas ficaram no meio do empurra-empurra só para tirar um foto com o arcebispo ou pedir a sua bênção.


Nesse momento era difícil identificar qualquer impopularidade do líder religioso, considerado uma figura polêmica por seus posicionamentos.

Foi difícil identificar qualquer impopularidade do arcebispo porque ela só existe na imprensa, que é habituada a criticar a Igreja Católica.

Que Deus abençoe esse grande arcebispo!

 

Fetos tem memória

Foi a descoberta feita na Holanda com cem mulheres grávidas, como informa a ABC News. Os pesquisadores chegaram a essa conclusão  ao tocar alguns sons perto da barriga das mulheres grávidas, enquanto assistiam ao movimentos dos fetos por meio de ultrasom.

Eles descobriram que fetos de 30 semanas conseguiam lembrar do som por dez minutos, enquantos os de 34 semanas conseguiam lembrar por quatro semanas.

É mais um indício científico contrariando a tese abortista de que a vida só começa apóso nascimento.

 
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Publicado por em 17 de julho de 2009 em Aborto

 

Vaticano apoia posição de Dom José Cardoso Sobrinho

Dom José Cardoso Sobrinho foi praticamente malhado em praça pública quando declarou que aqueles que cooperaram para o aborto dos gêmeos da menina de Alagoinhas estavam excomungados. Infelizmente algumas autoridades eclesiásticas se juntaram ao coro dos que condenaram o arcebispo de Olinda e Recife. O escândalo que certos pronunciamentos a favor do aborto foi tão grande que o Vaticano recebeu várias cartas pedindo que a Igreja aclarasse sua posição pessoal. Agora, a pedido do papa Bento XVI, a Congregação para a Doutrina da Fé publicou ontem o comunicado abaixo, revelando a correição de Dom Sobrinho:

Esclarecimento da Congregação para a Doutrina da Fé

Sobre o aborto provocado

Recentemente chegaram à Santa Sé várias cartas, inclusive da parte de altas personalidades da vida política e eclesial, que informaram sobre a confusão que se criou em vários países, sobretudo na América Latina, após a manipulação e instrumentalização de um artigo de sua excelência Dom Rino Fisichella, presidente da Academia Pontifícia para a Vida, sobre o triste caso da “menina brasileira”. Nesse artigo, publicado no “L’Osservatore Romano” a 15 de março de 2009, apresentava-se a doutrina da Igreja, levando em consideração a situação dramática desta menina, que –como se pôde constatar posteriormente– tinha sido acompanhada com toda delicadeza pastoral, em particular pelo então arcebispo de Olinda e Recife, sua excelência Dom José Cardoso Sobrinho. A esse respeito, a Congregação para a Doutrina da Fé confirma que a doutrina da Igreja sobre o aborto provocado não mudou nem pode mudar. Esta doutrina foi exposta nos números 2270-2273 do Catecismo da Igreja Católica nestes termos:

“A vida humana deve ser respeitada e protegida, de modo absoluto, a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento da sua existência, devem ser reconhecidos a todo o ser humano os direitos da pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo o ser inocente à vida (cf. Congregação para a Doutrina da Fé, instrução Donum vitae 1, 1). «Antes de te formar no ventre materno, Eu te escolhi: antes que saísses do seio da tua mãe, Eu te consagrei» (Jr 1, 5). «Vós conhecíeis já a minha alma e nada do meu ser Vos era oculto, quando secretamente era formado, modelado nas profundidades da terra» (Sl 139, 15)”.

“A Igreja afirmou, desde o século I, a malícia moral de todo o aborto provocado. E esta doutrina não mudou. Continua invariável. O aborto directo, isto é, querido como fim ou como meio, é gravemente contrário à lei moral: «Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o recém-nascido» (Didaké 2, 2; cf. Epistola Pseudo Barnabae 19. 5; Epistola a Diogneto 5, 6: Tertuliano, Apologeticum, 9, 8). «Deus […], Senhor da vida, confiou aos homens, para que estes desempenhassem dum modo digno dos mesmos homens, o nobre encargo de conservar a vida. Esta deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis» (Gaudium et spes, 51).

“A colaboração formal num aborto constitui falta grave. A Igreja pune com a pena canónica da excomunhão este delito contra a vida humana. «Quem procurar o aborto, seguindo-se o efeito («effectu secuto») incorre em excomunhão latae sententiae (CIC can. 1398), isto é, «pelo facto mesmo de se cometer o delito» (CIC can. 1314) e nas condições previstas pelo Direito (cf. CIC can. 1323-1324). A Igreja não pretende, deste modo, restringir o campo da misericórdia. Simplesmente, manifesta a gravidade do crime cometido, o prejuízo irreparável causado ao inocente que foi morto, aos seus pais e a toda a sociedade”.

“O inalienável direito à vida, por parte de todo o indivíduo humano inocente, é um elemento constitutivo da sociedade civil e da sua legislação: «Os direitos inalienáveis da pessoa deverão ser reconhecidos e respeitados pela sociedade civil e pela autoridade política. Os direitos do homem não dependem nem dos indivíduos, nem dos pais, nem mesmo representam uma concessão da sociedade e do Estado. Pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa, em razão do acto criador que lhe deu origem. Entre estes direitos fundamentais  deve aplicar-se o direito à vida e à integridade física de todo ser humano, desde a concepção até à morte» (Donum vitae, 3). «Desde o momento em que uma lei positiva priva determinada categoria de seres humanos da protecção que a legislação civil deve conceder-lhes, o Estado acaba por negar a igualdade de todos perante a lei. Quando o Estado não põe a sua força ao serviço dos direitos de todos os cidadãos, em particular dos mais fracos, encontram-se ameaçados os próprios fundamentos dum «Estado de direito» […]. Como consequência do respeito e da protecção que devem ser garantidos ao nascituro, desde o momento da sua concepção, a lei deve prever sanções penais apropriadas para toda a violação deliberada dos seus direitos» (Donum vitae, 3).

Na encíclica “Evangelium vitae”, o Papa João Paulo II afirmou esta doutrina com sua autoridade de Supremo Pastor da Igreja: “com a autoridade que Cristo conferiu a Pedro e aos seus Sucessores, em comunhão com os Bispos — que de várias e repetidas formas condenaram o aborto e que, na consulta referida anteriormente, apesar de dispersos pelo mundo, afirmaram unânime consenso sobre esta doutrina — declaro que o aborto directo, isto é, querido como fim ou como meio, constitui sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente. Tal doutrina está fundada sobre a lei natural e sobre a Palavra de Deus escrita, é transmitida pela Tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério ordinário e universal” (n. 62).

No que se refere ao aborto provocado em algumas situações difíceis e complexas, é válido o ensinamento claro e preciso do Papa João Paulo II: “É verdade que, muitas vezes, a opção de abortar reveste para a mãe um carácter dramático e doloroso: a decisão de se desfazer do fruto concebido não é tomada por razões puramente egoístas ou de comodidade, mas porque se quereriam salvaguardar alguns bens importantes como a própria saúde ou um nível de vida digno para os outros membros da família. Às vezes, temem-se para o nascituro condições de existência tais que levam a pensar que seria melhor para ele não nascer. Mas estas e outras razões semelhantes, por mais graves e dramáticas que sejam, nunca podem justificar a supressão deliberada de um ser humano inocente”. (Evangelium vitae, 58).

Pelo que se refere ao problema de determinados tratamentos médicos para preservar a saúde da mãe, é necessário distinguir bem entre dois fatos diferentes: por um lado, uma intervenção que diretamente provoca a morte do feto, chamada em ocasiões de maneira inapropriada de aborto “terapêutico”, que nunca pode ser lícito, pois constitui o assassinato direto de um ser humano inocente; por outro lado, uma intervenção não abortiva em si mesma que pode ter, como consequência colateral, a morte do filho: “Se, por exemplo, a salvação da vida da futura mãe, independentemente de seu estado de gravidez, requerer urgentemente uma intervenção cirúrgica, ou outro tratamento terapêutico, que teria como consequência acessória, de nenhum nenhum modo querida nem pretendida, mas inevitável, a morte do feto, um ato assim já não se poderia considerar um atentado direto contra a vida inocente. Nestas condições, a operação poderia ser considerada lícita, igualmente a outras intervenções médicas similares, sempre que se trate de um bem de elevado valor –como é a vida– e que não seja possível postergá-la após o nascimento do filho, nem recorrer a outro remédio eficaz” (Pio XII, discurso “Frente à Família” e à Associação de Famílias Numerosas, 27 de novembro de 1951).

Pelo que se refere à responsabilidade dos agentes sanitários, é necessário recordar as palavras do Papa João Paulo II: “a sua profissão pede-lhes que sejam guardiães e servidores da vida humana. No actual contexto cultural e social, em que a ciência e a arte médica correm o risco de extraviar-se da sua dimensão ética originária, podem ser às vezes fortemente tentados a transformarem-se em fautores de manipulação da vida, ou mesmo até em agentes de morte. Perante tal tentação, a sua responsabilidade é hoje muito maior e encontra a sua inspiração mais profunda e o apoio mais forte precisamente na intrínseca e imprescindível dimensão ética da profissão clínica, como já reconhecia o antigo e sempre actual juramento de Hipócrates, segundo o qual é pedido a cada médico que se comprometa no respeito absoluto da vida humana e da sua sacralidade”. (Evangelium vitae, 89)

 

Manobra abortista e homossexualista do Presidente Lula

Júlio Severo revela em seu blog que o governo Lula se utilizou de subterfúgios para que a Procuradoria Geral da República enviasse ao STF parecer favorável ao aborto de anencéfalos e entrasse com ação para o reconhecimento de união estável homossexual:

Presidente Lula demorou em nomear o novo Procurador-Geral da República para permitir que a procuradora-geral interina Deborah Duprat desse parecer favorável para a legalização do aborto de bebês anencefálicos e para a legalização de uniões homossexuais

Julio Severo

Segundo noticiou a Folha de São Paulo de 30 de junho de 2009, o Presidente Lula nomeou somente em 29 de junho próximo passado Roberto Monteiro Gurgel Santos como o novo Procurador-Geral da República. Roberto Gurgel era, até então, Vice-Procurador-Geral da República e o candidato mais votado pela Associação Nacional dos Procuradores da República, candidato favorito do Procurador-Geral da República Antonio Fernando de Souza e um dos integrantes do grupo que foi formado pelo ex-procurador-geral da República Cláudio Fontelles. Uma das características desse grupo é o de ser grande defensor pró-vida, tanto que Cláudio Fontelles foi o autor da ação que tentou impedir a pesquisa com células-tronco embrionárias no Brasil, ação que acabou sendo rejeitada pelo Supremo Tribunal Federal em 2008.

Apesar de ter recebido a lista tríplice do Ministério Público bem antes do término do mandato do atual Procurador-Geral, o Presidente Lula adiou propositadamente a nomeação, que ainda tem de ser ratificada pelo Senado Federal. Com essa demora, assumiu a Procuradoria-Geral da República a procuradora Deborah Duprat, de 50 anos, que aproveitou esse período para tomar algumas providências que dificilmente seriam tomadas pelo novo procurador-geral. Por exemplo, ela deu parecer favorável ao aborto de fetos anencefálicos na argüição de descumprimento de preceito fundamental que está em curso no Supremo Tribunal Federal, como também ajuizou argüição de descumprimento de preceito fundamental para a legalização de uniões homossexuais, o que, aliás, já fez. Duprat trabalhou com “minorias”, o que revela certa ligação dela com os homossexuais.

Como a decisão de nomeação, segundo a Folha de São Paulo, foi feita em conjunto com o Advogado-Geral da União José Antonio Toffoli, que defendeu recentemente o aborto em entrevista à revista Veja (além de ter sido um dos principais defensores da pesquisa com células-tronco embrionárias), dá para se ver claramente que a demora para a nomeação do Procurador-Geral da República foi propositada, a fim de que Deborah Duprat pudesse tomar essas iniciativas, que estão perfeitamente de acordo com o programa do Partido dos Trabalhadores.

 
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Publicado por em 10 de julho de 2009 em Aborto, Movimento Gay, Política

 

Mais uma da Procuradora-Geral interina

Após ajuizar uma ação no Supremo Tribunal Federal para que seja reconhecida a união estável entre duas pessoas do mesmo sexo a Procuradora-Geral da República interina (isso mesmo, interina!) enviou parecer ao STF apoiando o aborto de anencéfalos.

O Jorge Ferraz já comentou brilhantemente em seu blog os absurdos da interina, que claramente está usando sua interinidade para promover causas anticristãs.

 
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Publicado por em 8 de julho de 2009 em Aborto

 

Estadão explica o erro na matéria sobre Dom Sobrinho

Quem mandou um e-mail para o Estadão questionando os erros na matéria que noticiou a renúncia dele do comando da arquidiocese de Olinda e Recife recebeu a seguinte resposta:

Prezado Sr.,

O texto mencionado foi baseado em nota da agência de notícias
norte-americana Associated Press (AP), distribuída para todo o mundo. O
tradutor, não familiarizado com o caso, “engoliu” o erro de informação. A
versão do texto disponível no Portal Estadão foi corrigida assim que
recebemos o primeiro alerta quanto às incorreções. A Agência Estado,
responsável pela tradução, também já emitiu alerta de correção para seus
clientes.

Só faltou explicar porque mudaram a matéria sem fazer qualquer tipo de errata em público…