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Desrespeitar o celibato é fruto de processo histórico

02 maio

É o que diz Fernando Lugo, presidente do Paraguai, bispo que foi reduzido ao estado laical após ser eleito e que tinha relacionamento amorosos com pelo menos três mulheres diferentes quando ainda era bispo. Seus casos amorosos seriam, segundo ele, fruto de processos históricos e o perfil de sua cultura.

O importante nessas declarações não são as fracas justificativas que o presidente Lugo deu para seus casos amorosos, mas sim seu conteúdo. Ao falar em processos históricos o líder paraguaio revela muito bem a origem de seu pensamento: marxista. Para o marxismo indivíduos não têm muita importância, pois agem e pensam apenas como membros de sua classe, e esta é fruto de um processo histórico.

Ao sequer não assumir a responsabilidade de seus erros e justificá-las que são frutos do meio em que nasceu e se criou o presidente paraguaio não faz um ato de valentia, como disse o bispo brasileiro Dom Tomás Balduíno, mas pratica uma covardia anticristã.

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