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Governo Obama classifica pró-vida de terroristas

29 abr

Podem falar o que quiser do ex-presidente americano George W. Bush. Seu governo tinha inúmeros defeitos e autorizou a tortura, entre outros feitos. Mas pelo menos naquela época o governo americano classificava de terroristas países ou organizações que realmente são terroristas, com a Al Quaeda, o Taleban e o Irã.

Já o governo Obama, num documento oficial da Secretaria de Segurança Interna destinado às agências americanas de segurança, faz uma advertência sobre o perigo representado por radicais da extrema-direita, citando grupos de supremacia branca e movimentos pró-vida(!). É isso mesmo: os movimentos pró-vida são um problema de segurança nacional segundo o governo Obama!

Respondendo às críticas feitas Amy Kudwa, porta-voz da Secretaria de Segurança Interna disse apenas que o governo está preocupado apenas com questões de segurança, que não está policiando questões políticas ou ideológicas (pois é, defender uma vida indefesa parece que agora virou ideologia..), mas que o documento poderia ter sido melhor redigido (como se o problema fosse de redação).

É o governo Obama mostrando a que veio…

Mais informações no National Catholic Register

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2 Comentários

Publicado por em 29 de abril de 2009 em Aborto, Política

 

2 Respostas para “Governo Obama classifica pró-vida de terroristas

  1. Matheus Cajaíba

    29 de abril de 2009 at 17:44

    “Seu governo tinha inúmeros defeitos e autorizou a tortura, entre outros feitos.”

    Como diriam os ianques, wait a minute, my friend!

    O que o governo americano autorizou foi a aplicação de técnicas de interrogatório mais agressivas, também utilizadas nos treinamentos dos soldados americanos.

    Foram autorizadas técnicas de afogamento, privação do sono, exposição ao frio, etc.

    O que passou disso e foi denunciado em Abu Ghraib, por exemplo, foi punido exemplarmente. Soldados envolvidos em torturas não autorizadas e mais violentas (choques, constrangimentos, etc) foram condenados a penas de até 12 anos de prisão.

    Veja, vamos fazer uma comparação. “Tortura autorizada pelo governo Bush” foi isso: aplicação aos prisioneiros de guerra das técnicas de interrogatório utilizadas nos próprios soldados americanos.

    Tortura na Rússia: espancamentos intermináveis, eletrochoques, etc, tudo sob a complacência do Estado (Putin pessoalmente manda matar alguns de seus inimigos e fica tudo por isso mesmo).

    Tortura na maravilhosa Cuba é enfiar o prisioneiro em uma cela em forma de caixote, como fizeram com o escritor Reynaldo Arenas, por exemplo, onde ele fica de cócoras durante dias, sem ser capaz de se levantar, sentar-se ou deitar-se.

    Tortura na China muitas vezes é cortar o pé da vítima. Mutilação é coisa frequente por lá. Sem falar em alguns países muçulmanos, onde a mutilação é prevista em lei para criminosos e o açoitamento é comum.

    Pergunta básica: é correto então comparar a “tortura” que o Bush autorizou com essas práticas disseminadas em tantos outros países, e que se não fazem parte direta de uma política de estado opressora são praticadas sob a anuência discreta dos governos?

    Portanto, devagar… Bush não autorizou nada que chegasse perto disso. Fizeram de Bush o capeta da pós-modernidade, só se esqueceram de explicar o porquê. A propósito: Bush foi o presidente norte-americano que mais lutou contra o aborto nos Estados Unidos.

     
  2. Marcelo Moura Coelho

    29 de abril de 2009 at 18:03

    Não comparei com outros países. Ao que me consta técnicas de afogamento, privação de sono e etc são tipos de tortura.

     

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