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Após lutar contra aborto, londrinense dá à luz Vittoria

16 abr

A notícia abaixo, publicada pela Gazeta do Povo, jornal paranaense, é um alento em meio ao noticiário abortista dos últimos meses. Por outro lado, é triste saber que o casal teve que ir para São Paulo para conseguir realizar o parto, pois em Londrina a única solução, caso decidissem ouvir os médicos de lá, será abortar. O nome da criança é uma homenagem a Santa Gianna Beretta.

Gianna Vittoria nasceu ontem no Incor em São Paulo após um parto tranquilo e sem complicações – quadro clínico que nem de longe lembra os momentos de aflição da família, que cogitou o aborto.

Em novembro, aos três meses de gestação, a mãe de Gianna, a dentista Gracy Kelly Oliveira Elreda, 31 anos, preparava-se para uma intervenção abortiva no Hospital Universitário (HU) de Londrina, após dois laudos apontarem risco de 75% de morte para mãe e filha caso a gravidez não fosse interrompida.

Gracy é portadora da Síndrome de Eisenmerger, uma cardiopatia que pode misturar o sangue oxigenado pelo pulmão com o venoso – rico em gás carbônico. Até mesmo durante o parto o risco de uma morte súbita era grande, como sugere a história médica de portadores da rara síndrome, que só pode ser resolvida com um transplante conjunto de coração e pulmão.

Mesmo com a indicação para o aborto, uma necessidade apontada pelo HU, o esposo de Gracy, o publicitário Guilherme Elreda, não aceitou. Mudou-se com a esposa para São Paulo e começou uma cruzada pela vida – da filha e da esposa. “Ela tem o direito de escolher. E foi atrás desse direito que viemos para São Paulo. Em Londrina não nos deram esperança”, afirmou o publicitário. “Agora minha filha nasceu!”, comemorou, logo após informar à reportagem que “a luta pela vida ganhou”. De acordo com o pai da criança, Gianna nasceu com quase um quilo, prematura de oito meses – mas com boa saúde.

A busca do casal por respostas que indicassem chances de sobrevivência para ambas ganhou adesões no estado de São Paulo. Políticos, religiosos e instituições como a Pró-Vida – uma das maiores entidades anti-aborto do País. O grupo formou uma rede de ajuda e suporte ao casal: “Todos se emocionaram muito com o caso da Gracy”, afirma o marido. Ontem, ela se recuperava em uma UTI do Incor. Em breve, espera estar com o bebê, que foi transferido para o Hospital de Clínicas da USP.

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Publicado por em 16 de abril de 2009 em Aborto, Imprensa

 

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